Pernambuco

Mulher diz ter tido rim retirado por engano em hospital estadual e caso amplia crise na saúde de Pernambuco

Paciente do interior afirma que entrou em unidade para procedimento simples e saiu sem um rim, com a bexiga perfurada e sequelas permanentes; família denuncia abandono do Estado

Mais um caso grave envolvendo a rede estadual de saúde aumentou a pressão sobre a gestão da governadora Raquel Lyra. Desta vez, a denúncia envolve uma mulher do município de São Benedito do Sul, na Mata Sul, que afirma ter tido um rim retirado por engano durante atendimento em um hospital estadual no Recife.

Segundo relatos da família, Dona Nilza saiu do interior pernambucano para realizar um procedimento relacionado a pedras na vesícula no Hospital Getúlio Vargas, mas acabou sofrendo complicações gravíssimas durante o atendimento. “Retiraram meu rim, perfuraram minha bexiga e eu tô do mesmo jeito”, afirmou a paciente em relato divulgado nas redes sociais.

De acordo com familiares, o caso aconteceu há cerca de dois anos e, desde então, a paciente convive com sequelas, dores e dificuldades sem conseguir uma solução definitiva junto ao Estado. A denúncia ganhou repercussão após publicação feita pelo comunicador Emerson Freitas nas redes sociais, gerando revolta e novos questionamentos sobre a situação da saúde pública estadual.

CRISE NA SAÚDE DE PE – O episódio amplia uma sequência de crises recentes envolvendo hospitais e unidades estaduais de saúde em Pernambuco. Nos últimos dias, vídeos mostrando teto cedendo, infiltrações e enfermarias em situação precária no Hospital da Restauração viralizaram nas redes sociais. Pacientes também denunciaram demora em cirurgias, superlotação e falta de estrutura na principal emergência pública do estado.

A situação das UPAs também entrou no centro das críticas. Nesta semana, relatos de acompanhantes denunciaram cenário de colapso na UPA da Caxangá, com pacientes amontoados, pessoas aguardando transferência hospitalar há dias e unidades funcionando acima da capacidade.

Agora, o caso de Dona Nilza eleva ainda mais a gravidade da crise ao trazer denúncias de possível erro médico grave dentro da rede estadual. O episódio também aumenta a pressão sobre o Governo do Estado diante das cobranças por respostas, responsabilização e acompanhamento da paciente.

Nos bastidores políticos, aliados da oposição já avaliam que a saúde pode se transformar no principal foco de desgaste da gestão Raquel Lyra para 2026. A sequência de denúncias, vídeos e relatos de pacientes vem criando um ambiente de forte repercussão negativa nas redes sociais, justamente em uma área tratada pelo governo como prioridade institucional.
Paciente do interior afirma que entrou em unidade para procedimento simples e saiu sem um rim, com a bexiga perfurada e sequelas permanentes; família denuncia abandono do Estado

Mais um caso grave envolvendo a rede estadual de saúde aumentou a pressão sobre a gestão da governadora Raquel Lyra. Desta vez, a denúncia envolve uma mulher do município de São Benedito do Sul, na Mata Sul, que afirma ter tido um rim retirado por engano durante atendimento em um hospital estadual no Recife.

Segundo relatos da família, Dona Nilza saiu do interior pernambucano para realizar um procedimento relacionado a pedras na vesícula no Hospital Getúlio Vargas, mas acabou sofrendo complicações gravíssimas durante o atendimento.

“Retiraram meu rim, perfuraram minha bexiga e eu tô do mesmo jeito”, afirmou a paciente em relato divulgado nas redes sociais.

De acordo com familiares, o caso aconteceu há cerca de dois anos e, desde então, a paciente convive com sequelas, dores e dificuldades sem conseguir uma solução definitiva junto ao Estado. A denúncia ganhou repercussão após publicação feita pelo comunicador Emerson Freitas nas redes sociais, gerando revolta e novos questionamentos sobre a situação da saúde pública estadual.

O episódio amplia uma sequência de crises recentes envolvendo hospitais e unidades estaduais de saúde em Pernambuco. Nos últimos dias, vídeos mostrando teto cedendo, infiltrações e enfermarias em situação precária no Hospital da Restauração viralizaram nas redes sociais. Pacientes também denunciaram demora em cirurgias, superlotação e falta de estrutura na principal emergência pública do estado.

A situação das UPAs também entrou no centro das críticas. Nesta semana, relatos de acompanhantes denunciaram cenário de colapso na UPA da Caxangá, com pacientes amontoados, pessoas aguardando transferência hospitalar há dias e unidades funcionando acima da capacidade.

Agora, o caso de Dona Nilza eleva ainda mais a gravidade da crise ao trazer denúncias de possível erro médico grave dentro da rede estadual. O episódio também aumenta a pressão sobre o Governo do Estado diante das cobranças por respostas, responsabilização e acompanhamento da paciente.

Nos bastidores políticos, aliados da oposição já avaliam que a saúde pode se transformar no principal foco de desgaste da gestão Raquel Lyra para 2026. A sequência de denúncias, vídeos e relatos de pacientes vem criando um ambiente de forte repercussão negativa nas redes sociais, justamente em uma área tratada pelo governo como prioridade institucional.

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